O amor e os cães

O amor é feito a dois, às vezes a três e até a quatro mas isso já são amores diferentes. O amor de que falo é aquele com que sempre sonhei. Sim, sim, aquele que envolve uma espécie de vestido branco e, claro, os mimos no sofá ao calor da lareira.
Contudo, o amor não basta, é preciso dedicação e tempo, é preciso querer e fazer, é preciso estar lá. O amor não é rotina, o amor não é tomar como garantido aquele que é e será nosso.
O amor é frágil - oh, se é. O amor precisa de mimo, de cerimónia, de gratidão, traduzindo para exemplos mais práticos, o amor precisa do entusiasmo dos cães quando veem o seu dono chegar a casa.
É trabalhar para que o amor nunca perca o brilho inicial, como os cães que são sempre mais riquinhos quando são cachorros. E se já perdeu? Acende-se a chama, fósforos não faltam e os cães são sempre dedicados, mesmo quando perdem o efeito “bola-de-pêlo”.

1 comentário:

Indigo disse...

Bem verdade.
Bom fim de semana**
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