Escolher o caminho, não a meta


Arrisquei. Afinal, foi assim que eu disse que ia enfrentar este novo ano.
De tão bem me conhecer, sei que posso deitar tudo a perder. Sei a falta de disciplina que vem agarrada a esta descrença nas minhas capacidades por querer tudo já e não amanhã. Mas, caramba, Sofia, já passa das 23h, a esta altura pouco se consegue fazer, espera pelo amanhecer, tudo tem o seu tempo, até o sol vai dormir.
Quem me vir de fora diz que não passo de uma miúda que nasceu apoiada pela imediatez que as novas tecnologias possibilitam e, por isso, acredita que o conhecimento através de um download e instalação de nova atualização. Pois, é quase isso, só que tenho uma ligação à internet fraca e o download é capaz de demorar mais do que o normal. Enquanto que os outros já têm as atualizações instaladas e a correr às mil maravilhas, eu vou ter de penar a ver a barra encher aos pouquinhos...
Contudo, é suposto a barra encher aos pouquinhos, temos provérbios suficientes para sabermos de certeza que tudo leva o seu tempo. É aí que tenho de manter o foco, no caminho e não no destino que tanto me incapacita ainda antes de dar um único passo.


1 comentário:

Daniela S. disse...

Porque o que importa nao e a meta, e o caminho...